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Enviado por marina em 28/11/2013 18:20:35 ( 1672 leituras )
Foi lançado no dia 27 de novembro de 2013, no Rio de Janeiro, o livro “Aço Brasil uma viagem pela indústria do aço”, publicado pelo Escritório de Histórias e escrito por Osias Ribeiro Neves e Marina Camisasca. A obra foi realizada por meio de recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, contou com o apoio do Instituto Aço Brasil e teve como patrocinadores dez empresas do setor siderúrgico. 
 
O livro narra a história da indústria do aço no Brasil desde a época colonial até os dias atuais. Para recuperar essa trajetória a equipe do Escritório de Histórias realizou extensa pesquisa, sendo consultada bibliografia referente ao tema e ainda periódicos que tratavam do assunto. Somados a isso, foram realizadas 23 entrevistas com lideranças do setor e especialistas na área, além se serem pesquisados documentos estatais para o esclarecimento das políticas governamentais ao longo dos anos para a produção do aço no país. 
 
O resultado é um livro com acabamento de luxo, colorido e em papel couché, que percorre mais de 510 anos de história e que procura abordar diversos aspectos da indústria do aço com o objetivo de enriquecer o conhecimento sobre o assunto. 
 
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Um dos fatos narrados é a presença de Vargas na inauguração da Mannesman, em Belo Horizonte, o último evento a que ele compareceu antes da sua morte. “O avião presidencial VC66, o primeiro de uma série, aterrissa na Base Aérea do Aeroporto da Pampulha. O presidente Getúlio Vargas e sua pequena comitiva descem discretamente. O que se vê é o retrato de um homem atormentado, abatido, diferente do comandante que, pela segunda vez, ocupa o maior posto executivo do país. Sua presença em Belo Horizonte é aguardada com ansiedade, especialmente pelo Governador mineiro Juscelino Kubitscheck e pelos dirigentes da Mannesmann, uma empresa de tubos sem costura, instalada em 1952, que seria inaugurada naquele 12 de agosto de 1954. Jornalistas também estão à espreita, aguardam alguma declaração bombástica ou esclarecimentos sobre a crise por que passa o ocupante do Palácio do Catete, denominada pela imprensa de “mar de lama”. 
Entretanto o que se vê é a habilidade de JK amainando os ânimos, evitando entrar nos assuntos que desagradam ao presidente. Ambos se dirigem à Usina da Mannesmann no Barreiro, para acompanhar a inauguração. JK faz em seu discurso um elogio a Getúlio e ao seu projeto de industrialização.  Vargas objetivamente saúda a instalação da fábrica de tubos especiais, que será suporte importantíssimo para a recém-criada Petrobras. JK põe a hospitalidade mineira a serviço de Getúlio, que contraria seus assessores do Rio e pernoita no Palácio das Mangabeiras, residência oficial do governo de Minas. Contam que, na manhã seguinte, ao acordar, o presidente sorriu e elogiou o clima da serra, o silêncio que ela impõe foi o que lhe permitiu uma boa noite de sono.” (Trecho do livro “Aço Brasil uma viagem pela indústria do aço, p. 74) 
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